No livro "Eu também acredito em lobisomem" relato os desdobramentos da minha batalha judicial, que perdura há quase 40 anos, e a entrada da Prefeitura de Porto Alegre/RS/Brasil na lide, tolhendo minha vitória. Inspirada na obra “Por que Acredito em Lobisomem”, do advogado gaúcho Serafim Machado, publicada pela Editora Globo em 1975, aponto, mediante documentos, os erros cometidos por cartório de registro de imóveis e a desídia que invade o setor público através do servidor desatento ou omisso. Minha história apresenta um caso bastante interessante não só para advogados e estudantes de Direito, mas também para pessoas que lutam pelo justo, já que narro, ainda, as descobertas de irregularidades nos contratos do Município de Porto Alegre; nas averbações feitas em cartório; nas contradições em processos judiciais, na Câmara de Vereadores e nos pareceres do Ministério Público e do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.
"Teu dever é lutar pelo direito, porém, quando encontrares o direito em conflito com a justiça, luta pela justiça".Eduardo J. Couture
“É livre a manifestação do pensamento e da expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, sendo vedado o anonimato. (CF 88).”
BRASÍLIA E RIO – Após ser apontada como líder de um esquema de
corrupção que desviou milhões de reais dos cofres da União e veio a público em
agosto de 2010 — na Operação Mão Dupla, feita pela Controladoria-Geral da União
(CGU) com a Polícia Federal (PF) — a construtora Delta continuou assinando
contratos de alto valor com órgãos federais.
Desde que o governo tomou conhecimento das graves irregularidades
cometidas pela empreiteira em obras de rodovias no Ceará, foram assinados 31
novos contratos com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes
(Dnit), no valor total de R$ 758 milhões.
A Operação Mão Dupla identificou fraudes em licitações,
superfaturamento, desvio de verbas, pagamentos de propina, pagamentos indevidos
e uso de material de qualidade inferior ao contratado em obras de
infraestrutura rodoviária sob o comando do Dnit feitas pela Delta e outras 11
empreiteiras. A investigação resultou na prisão do então superintendente do
Dnit no Ceará, Joaquim Guedes Martins Neto, que, segundo a CGU, tinha, em 2008,
“rendimento incompatível com a renda auferida pelo agente público”, e do
diretor da Delta Aluízio Alves de Souza.
Na época, a CGU informou que detectara “um prejuízo estimado em R$
5 milhões aos cofres públicos da União, afora o risco social decorrente da
execução de obras de infraestrutura rodoviária fora das devidas especificações
técnicas”. No sábado, o ministro da CGU, Jorge Hage, reconheceu que as
irregularidades apontadas pela Mão Dupla são graves. Mas isso não impediu que o
Dnit celebrasse novos contratos com a Delta, sendo três deles (no valor total
de R$ 9,6 milhões) no Ceará, onde foram detectadas as irregularidades em 2010.
Trata-se da conservação e da recuperação de trechos das BRs 116, 437 e 230.
Os contratos firmados desde agosto de 2010 são para construção,
duplicação, adequação ou manutenção de 19 rodovias em 17 estados. Além disso,
em setembro de 2010, através de consórcio com outras duas empresas, a Delta
conseguiu fechar com a estatal Valec um contrato de R$ 574,5 milhões para tocar
as obras do lote um da Ferrovia Oeste-Leste, na Bahia. O Dnit e a Valec são
ligados ao Ministério dos Transportes.
A empreiteira ganhou destaque recentemente no noticiário por suas
ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso pela PF em fevereiro na
Operação Monte Carlo. Hoje, a CGU promete abrir processo administrativo contra
a Delta. O resultado dessa investigação poderá tornar a empresa inidônea, o que
implica a proibição para firmar novos contratos com o governo federal.
Além do Ceará, foram assinados contratos entre o Dnit e a Delta
para obras em Alagoas, Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso,
Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do
Norte, Rondônia, Sergipe e Tocantins. Dos 31 contratos, apenas um, de R$ 115
milhões, em Goiás, foi paralisado. Desse valor, o Dnit já pagou R$ 8,8 milhões
à Delta.
Vinte e cinco contratos, no valor de R$ 611,7 milhões, constam
como ativos. Outros três foram cadastrados no início de 2012 e totalizam R$
13,6 milhões, mas as obras ainda não começaram. Dois contratos, no valor de R$
17,8 milhões, já foram concluídos. Desse montante, R$ 15,6 milhões foram pagos
à construtora, segundo o próprio Dnit. Em agosto de 2010, na Operação Mão
Dupla, a PF cumpriu 52 mandados de busca e apreensão, 23 de prisão temporária e
um de prisão preventiva. Houve ainda o afastamento cautelar de oito servidores
públicos e sequestro de bens em Fortaleza e no interior do Ceará. A CGU
analisou oito contratos e detectou irregularidades em sete, referentes a quatro
obras, dentre as quais duas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Uma delas é a duplicação de uma ponte na BR-304, sobre o Rio
Jaguaribe, no município de Aracati, orçada em R$ 30 milhões. A obra foi
iniciada pela Delta em 2002 e, por sete anos, as fundações permaneceram de
molho nas águas do rio, enquanto a travessia era feita pela ponte velha. A
Delta, que desistiu de construir a ponte, alegou “elevação dos custos que
dificultaram a realização do projeto inicial previsto no edital”. Segundo Hage,
o processo admistrativo disciplinar contra o então superintendente regional do
Dnit no Ceará e outros seis servidores pode resultar em demissão. Na última
sexta-feira, o Ministério Público Federal propôs ação penal contra os
servidores do Dnit no Ceará e contra a Delta por formação de quadrilha, lavagem
de dinheiro, corrupção passiva e ativa com base nos resultados da Operação Mão
Dupla. Procurado para manifestar-se sobre a assinatura dos contratos, o Dnit
informou, por meio da assessoria, que vai esperar a decisão da Justiça e da CGU
para tomar medidas em relação à Delta. “A empresa não é considerada inidônea
ainda”, destacou a assessoria.
O grande número de contratos com órgãos públicos obtidos pela
Delta se refletem em seu faturamento. Dados da Câmara Brasileira da Indústria
da Construção (CBIC) mostram que até 100% dos ganhos da construtora vêm de
contratos com o setor público. Entre as seis maiores empreiteiras do Brasil, a
Delta é a única que se dedica quase exclusivamente à construção de pontes,
viadutos, estradas, túneis, aeroportos e projetos de saneamento. A construtora
teria realizado obras para a iniciativa privada nos anos de 2007, 2008 e 2011,
mas manteve um percentual acima de 97% de projetos destinados a prefeituras,
estados e União. Os maiores percentuais de crescimento da Delta ocorreram em
2006/2007 (67%) e em 2009/2010 (51%).
A CPI criada para investigar os negócios do contraventor Carlos
Cachoeira tem um grande desafio: desvendar o segredo do sucesso da empreiteira
Delta, que tem na raiz de sua impressionante trajetória amizades influentes e
pagamentos a políticos
por: Hugo Marques, Daniel Pereira e Rodrigo Rangel.
Brasília - VEJA publicou em maio do ano passado uma reportagem
exclusiva mostrando o que já parecia ser muito mais que uma simples
coincidência: a empreiteira Delta fora alçada à condição de maior parceira do
governo federal no mesmo ano em que contratou os serviços de consultoria do
deputado cassado e ex-ministro José Dirceu. A Delta, mostrou a reportagem de
VEJA, além de multiplicar sua carteira de obras, expandira sua atuação para
setores nos quais não tinha experiência, como óleo e gás. Na ocasião, dois
ex-sócios da empresa forneceram a primeira pista para desvendar essa
impressionante história de sucesso. Segundo o depoimento deles, a empreiteira usava
a influência que mantinha junto a políticos para obter vantagens. O próprio
presidente da empresa, Fernando Cavendish, explicou como agia e qual era o
preço a ser pago. Ele disse que com "6 milhões de reais comprava um
senador". Sua explicação seguinte ficaria famosa: "Se eu botar 30
milhões de reais na mão de políticos, sou convidado para coisas pra c...".
A conversa, gravada pelos ex-sócios, foi classificada como simples bravata por
Cavendish. Não era. Ela era reveladora de um método.
Governo
demite toda a diretoria da CNEN após descobrir que reatores atômicos operam sem
licenças e que Angra 2 não tem autorização definitiva para operar
Há exatamente uma semana chegou
à mesa do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, um relatório
explosivo contra membros da cúpula do programa nuclear brasileiro. Com base nas
denúncias do documento assinado pelas associações de servidores dos principais
órgãos ligados ao programa (a CNEN e o Ipen), Mercadante pediu uma imediata
investigação interna. Em poucos dias convenceu-se de que a situação era, de
fato, grave e decidiu agir. A primeira medida será a demissão do presidente da
Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Odair Dias Gonçalves, e de toda a
direção do órgão. Gonçalves é responsabilizado, dentre outras coisas, pelo
atraso no licenciamento da usina de Caetité que paralisou a extração de urânio
e obrigou o Brasil a comprar 220 toneladas do minério no Exterior, ao custo de
R$ 40 milhões. Para Mercadante, trata-se de um constrangimento, já que o País
detém uma das maiores reservas de urânio do mundo.
Caetité, no entanto, é apenas a
ponta de um enrolado novelo que se tornou o programa nuclear. Mercadante ficou
chocado ao saber que quatro reatores nucleares utilizados para pesquisa
funcionam sem licença em três campi universitários. O processo de certificação
desses reatores foi engavetado pelo presidente da CNEN e por seu diretor de
radioproteção e Segurança Nuclear, Laércio Vinhas. “Dá muito trabalho e os
reatores estão muito bem”, teria dito Odair Gonçalves, segundo relato de
funcionários. Gonçalves nega. “Nosso pessoal está sobrecarregado”, justifica.
Mas a gota d’água, para Mercadante, foi saber que Angra 2 opera há mais de uma
década sem a “autorização de operação permanente”.
Além das questões técnicas, há
críticas sobre o suposto excesso de viagens internacionais de Gonçalves e de
nomeações de amigos para cargos de chefia. Seria o caso da física Maria
Cristina Lourenço, que chefia a área internacional da CNEN e acompanhou
Gonçalves em 11 das 14 viagens que ele fez em 2010. Odair Dias Gonçalves está à
frente da CNEN desde 2003. Nesse período, entrou em choque com autoridades do
setor e com o corpo de fiscais nucleares. Nem o Itamaraty o tolera e pouco fez
em defesa de sua candidatura para cargos na Agência Internacional de Energia
Atômica (AIEA). Foram três tentativas frustradas em 2010. “É um caso raro de
unanimidade às avessas”, afirma um assessor de Mercadante. No final do ano
passado, Gonçalves filiou-se ao PT. Mas nega interesse na carreira política.
Prefeitura de
Caetité, no interior do Estado, lacra poços por apresentarem índices de
radioatividade acima do limite legal (Seg, 08 de Fevereiro de 2010 21:48)
Estatal responsável pela extração do minério no local
contesta laudos de órgão do governo estadual e enfrenta protesto de moradores
O percentual de doação vai de 2% a 20% do salário do contribuinte
e aumentou 700% no governo Lula
Contestado pelo TSE,
dízimo do PT engorda 700% na era Lula
De acordo com reportagem desta
segunda-feira, dia 14, do jornal O Estado de S. Paulo, a expectativa do PT é de
arrecadar R$ 3,6 milhões neste ano só com a cobrança de dízimo de parlamentares
e filiados à agremiação que ocupam cargos de confiança.
Em relação a 2010, o valor subiu
pouca coisa, mesmo com o aumento de petistas eleitos para o Senado e a Câmara e
de indicações para o primeiro escalão do governo. Mesmo assim, ele representa
um aumento de 700% em relação às contribuições que eram arrecadas antes de Lula
iniciar o primeiro mandato.
O percentual de doação vai de 2%
a 20% do salário do contribuinte, de acordo o valor recebido. Desde 2005, a
cobrança é alvo de contestação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que já
proibiu o desconto na folha de pagamento. O dízimo, entretanto, continua sendo
apF
Após a festa de aniversário de 31
anos do Partido dos Trabalhadores, cerca de 30 convidados Vips esticaram as
comemorações na casa do advogado Sigmaringa Seixas. As informações são do site
Último Segundo. Segundo relato de participantes, o presidente Lula, que estava
presente, se queixou a alguns ministros que estavam no local dizendo que acha
engraçado quando tentam "jogá-lo" contra Dilma.
Segundo a publicação, no momento
que Lula fez o comentário Dilma já não estava presente na festa. Um dos
convidados teria relatado que Lula disse que sua relação com Dilma é
“indestrutível”.
Antes de deixar a festa, já
cansada, Dilma teria tido uma conversa emocionada com Lula, sobre o estado de
saúde do ex-vice José Alencar, a quem fez uma visita nesta quinta, no Hospital
Sírio-Libanês.
O ex-presidente Lula foi
ovacionado ao subir no palco durante as comemorações dos 31 anos do PT, na
noite de quinta-feira, dia 10, em Brasília. Em tom exaltado, ele criticou os
“formadores de opinião”, que para ele estão tentando criar diferenças entre seu
governo e o da presidente Dilma Rousseff, e disse que a relação política de
ambos é “indissociável, nos bons e nos maus momentos”.
“Se a grande desconstrução do
governo Lula é falar bem do governo Dilma, eu posso morrer feliz. Alguém tem de
fazer mais e melhor, se era para fazer a mesma coisa, eu disputaria o terceiro
mandato”, declarou. E, ironicamente, completou: "Eu apenas não estou no
governo. Mas sou governo como qualquer companheiro que está no governo".
“Há casos tão surpreendentes que
o couro produzido em Estância Velha (por exemplo) vai até a China e de lá nos
mandam calçados mais baratos do que os fabricados do outro lado da BR-116, no
Vale do Sapateiro. Só uma ação enérgica do governo brasileiro estabelecendo
algumas barreiras alfandegárias pode estancar o sucateamento de nosso parque
industrial.”
O Egito magnetiza o mundo porque
é um dos mais complexos fatos contemporâneos. Não há uma única explicação
simples. Tudo é espantosamente complicado quando se tenta entender causas e
consequências. Eventos que aparentemente não estão ligados misturam-se elevando
o grau de tensão e incerteza: desemprego de jovens, revolução da comunicação,
luta contra tiranias, preço de alimentos.
Lula dirá amanhã como resolver “a crise do sistema e das civilizações”
Começa hoje em Dacar, no Senegal,
a 11ª edição do Fórum Social Mundial. O tema deste ano não é café pequeno! Nada
menos do que “As Crises do Sistema e das Civilizações’. Ulalá! Tremo só de
pensar. “Das civilizações”, assim, no plural? Começarão pelo nascimento das
musas? E por que “sistema” vai no singular? Eu até acho divertido quando os
anarquistas, por exemplo, se opõem “aos sistemas”, na presunção de que nenhum
preste. É uma besteira, mas as pessoas têm o direito de “imaginar”, como John
Lennon… Já a crise “do sistema” supõe a existência de um só, que não vai bem…
Seria, sem querer ser muito enxerido, o capitalismo - ou, mais particularmente,
o sistema americano?
Internada para cirurgia na boca, criança é operada na barriga em SP
Uma criança de 10 anos internada
para uma operação na boca em Bertioga, no litoral de São Paulo, foi operada na
barriga - de uma hérnia que, segundo a mãe, jamais foi diagnosticada.
O nódulo no lábio que o atrapalha
na hora das refeições continua intacto. Mais abaixo está o curativo da cirurgia
que não estava prevista.
Um
título que me fez pensar pois a matéria que segue, no meu entendimento, não
condiz com esse título. Logo abaixo do
título o autor coloca uma foto de Lula em campanha com Dilma.
Eis a matéria:
According to a new poll by
the Pew Global Attitudes Project, 79 percent of Brazilians think that political
corruption is a "major problem" in their country. On the other hand,
all that corruption doesn't seem to be keeping leaders from delivering the
goods. 75 percent approve of the current government more generally and 76
percent say it's doing a good job handling the economy.
Overall, there's a lot of
encouraging news in the poll. 87 percent of Brazilians support increased trade
and 85 percent see climate change as a major problem. President Luiz Inacio
Lula da Silva will leave office this year with an impressive 80 percent
approval rating. (It seems possible that Lula has cultivated a kind of
"good czar" image where citizens see him as untouched by the
corruption of more local officials.)
Encouragingly for
presidential frontrunner Dilma Roussef, 70 percent say electing a woman would
be a good thing. Encouragingly for Washington,
62 percent of Brazilians have a favorable view of the United States, only 13 percent have a favorable
view of Hugo Chavez, and -- despite Lula's controversial outreach to Tehran -- 65 percent would be willing to consider tougher
sanctions on Iran.
Overall, despite persistent
concerns over crime and corruption, Brazilians seem remarkably upbeat. The
citizens of "the country of the future that always will be" seem to
finally be living in the present. (MAURICIO LIMA/AFP/Getty Images)
Tradução on line do
inglês para português
Brasileiros:
nossos políticos corruptos estão fazendo um ótimo trabalho!
De
acordo com uma nova pesquisa da Pew Global Attitudes Project, 79 por cento dos brasileiros pensam que a corrupção política é um
"problema grave" no seu país. Por outro lado, todos os que a
corrupção não parece ser manter os líderes de entrega das mercadorias. 75 por cento aprovam o atual governo em
geral e 76 por cento dizem que está fazendo um bom trabalho, manipulação da
economia.
Globalmente,
há um monte de notícias encorajadoras na enquete. 87 por cento dos brasileiros apóiam
o aumento do comércio e 85 por cento vêem as alterações climáticas como um
problema grave. O presidente Luiz Inácio Lula
da Silva vai deixar o cargo este ano, com
um impressionante índice de aprovação de 80 por cento. (É possível que Lula tenha cultivado uma espécie de "czar
boa" imagem que os cidadãos
vêem como intocado pela corrupção dos funcionários mais local).
Encorajador
para frontrunner presidencial Dilma Roussef, 70 por cento dizem que a eleição de uma mulher seria uma coisa boa.
Encorajador para Washington, 62 por cento dos brasileiros têm uma visão
favorável dos Estados Unidos, apenas 13 por cento têm
uma visão favorável de Hugo Chavez, e - apesar de alcance polêmico
de Lula a Teerã - 65 por cento estariam dispostos a considerar sanções mais
duras contra o Irã.
No
geral, apesar das preocupações persistentes sobre a criminalidade e a
corrupção, os brasileiros parecem muito otimistas. Os cidadãos do "país do
futuro” finalmente parece estarem vivendo no presente. (MAURICIO LIMA / AFP / Getty Images)
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Will we See Progress
Despite Corruption?
I suppose we can be quite
accustomed to seeing corruption in South American republics, but is it possible
that it's not significantly halting economic growth? I read that the Brazilian
Government recently initiated a program for iPhone application development in
their Government departments to make the bureaucracy more modern. Perhaps we
should be more considered of their actions than their methods.
Tradução on line do inglês para português
Será que vamos
ver o progresso apesar da corrupção?
Acho que
podemos ser bastante acostumados a ver a corrupção nas repúblicas sul-americanas,
mas é possível que ela não seja significativa para travar o crescimento
econômico?Eu li que o governo brasileiro recentemente
iniciou um programa para desenvolvimento de aplicativos iPhone em seus
departamentos de governo para tornar a burocracia mais moderno. Talvez devamos ser mais considerada de suas ações
do que os seus métodos.
Não
entendo inglês, por isso solicito que, se alguém estiver disposto, pode fazer a
tradução correta e colocar nos “comentários” do Blog.
Mas
vamos ao ponto do meu entendimento:
Na
época da ditatura eu editava uma Página Sindical, no Jornal do Comércio, onde
trabalhava. Fiz muitas entrevistas com Olívio Dutra, então Presidente do
Sindicato dos Bancários ( por isso já votei em Olívio Dutra e Tarso
Genro).
Jamais
tive problema com a censura. Acredito
que se pode dizer verdades de forma a não ofender, macular ou ir contra os
princípios éticos e morais.
Na
postagem acima, o título me chamou a atenção e
li a matéria, onde analisei algumas frases.
79 por cento dos brasileiros pensam
que a corrupção política é um "problema grave" no seu país.
75 por cento aprovam o atual governo em geral
e 76 por cento dizem que está fazendo um bom trabalho, manipulação da
economia.
Lula da Silva vai deixar o cargo este ano, com um impressionante índice de aprovação de 80 por cento
(É possível que Lula tenha se tornado uma
espécie de "czar”* imagem que os cidadãos vêem como intocado pela
corrupção dos funcionários mais local).
70 por cento diz que a eleição de uma mulher
seria uma coisa boa.
Encorajador para Washington, 62 por cento dos
brasileiros têm uma visão favorável dos Estados Unidos,
apenas 13 por cento têm uma visão favorável de Hugo Chavez
Será
que vamos ver o progresso apesar da corrupção?
Acho que podemos ser bastante acostumados a ver a
corrupção nas repúblicas sul-americanas, mas é possível que ela não seja
significativa para travar o crescimento económico? Eu
li que o governo brasileiro recentemente iniciou um programa para
desenvolvimento de aplicativos iPhone em seus departamentos de governo
para tornar a burocracia mais moderno.
* termo "tsar" ou
"czar", tal como o alemão kaiser, tem a sua origem no nome de Júlio
César (em latim
Iulius Caesar).
Segundo o
dicionário da língua portuguesa de Antônio Houaiss, a forma preferencial é
"tsar", embora seja comum encontrar as grafias "czar" ou
"tzar". No Brasil ambos os termos são aceitos; em Portugal
"czar" é a palavra correntemente utilizada (algumas publicações,
porém, utilizam "tsar", como o livro História da Europa da Editorial
Estampa). http://pt.wikipedia.org/wiki/Tsar
Dicionário Aurélio – Século XXI: Título
que se dava ao imperador na Rússia, e aos antigos soberanos sérvios e búlgaros.
Minha conclusão:
Apenas
21 por cento dos brasileiros não vê gravidade na corrupção, ou “não sabe, não
viu”. Entretanto, apesar de a maioria
apontar a corrupção como algo grave, os escândalos no governo do presidente Lula
não foram suficientes para tirar-lhe a popularidade; nem mesmo a visão
desfavorável dos 87 por cento dos brasileiros em relação a Hugo Chávez, amigo
de Lula, foi capaz de abalar a confiança da população em Lula, seu “czar”; mesmo com a corrupção. O
titulo bem define: Brasileiros: nossos políticos corruptos
estão fazendo um ótimo trabalho!
Eu pergunto: qual
trabalho?
Os políticos estão fazendo uma boa
corrupção, ou um bom governo? O título também é dúbio.
Leiam
também: Brazilians: Our corrupt politicians are doing a
great job!
Posted By Joshua Keating Wednesday, September 22, 2010 - 11:40 AM
Aqui o autor escreve: Há, naturalmente, questões sérias na
sociedade brasileira. Pobreza, educação, saúde, reforma agrária, drogas e
violência (...)
Muitos brasileiros hoje estão muito preocupados com as drogas e a
violência; viver atrás de muros altos com a segurança do cara, mas eu digo a
meus amigos brasileiros deste; "As drogas e a violência roubam brasileiros do passado e
do presente, mas a corrupção rouba o seu futuro".
Esse é um conceito muito difícil para eles entender realmente porque a
corrupção está tão entranhada em toda a sociedade. (tradução on line)