“É livre a manifestação do pensamento e da expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, sendo vedado o anonimato. (CF 88).”

30 de nov de 2012

Cuidado com as compras pela internet. Procon lista 200 sites que devem ser evitados


Divulgados pela Fundação PROCON-SP, a Unidade Setorial de Defesa do Consumidor – PROCON Americana repassa a lista de sites não recomendados. A lista está disponível na página principal do órgão no link "Evite esses sites", contendo endereço eletrônico em ordem alfabética, razão social da empresa e número do CNPJ ou CPF, além da condição de "fora do ar" ou "no ar". Veja aqui a lista 

Esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil, o que inviabiliza a solução do problema apresentado pelo consumidor. http://goo.gl/9Dkjm 

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A técnica de enfermagem Fernanda Peixeiro comprou um celular pela internet em junho. O aparelho chegou a casa dela dentro do prazo de entrega, mas não funcionava. A empresa prometeu mandar um novo, mas quase seis meses depois, Fernanda ainda espera pelo aparelho. 
“Nunca consegui falar com eles pelo telefone e não tenho resposta nenhuma pelo site”, conta ela. 
A página em que Fernanda comprou o celular está na lista divulgada pelo Procon de São Paulo. Ela foi feita com base nas queixas dos consumidores. 
“O problema mais comum nesses casos enfrentados pelo consumidor é justamente ele pagar pelo produto e não recebê-lo. Ou, em alguns casos, receber um produto inferior”, afirma o diretor-executivo do Procon de São Paulo, Paulo Arthur Góes. 
Essa relação foi divulgada agora porque as vendas pela internet aumentaram em todo o país no período antes do Natal. O Procon de São Paulo recomenda que o consumidor que usar o comércio eletrônico, siga algumas regras de segurança antes de fechar qualquer negócio. São elas: 
Identifique o fornecedor: procure CNPJ, endereço e telefone de contato da empresa. 
Busque referências: prefira sites de compra recomendados por pessoas conhecidas ou com lojas físicas. 
Fique atento às formas de pagamento: desconfie quando a única maneira de pagar for através de depósito bancário, especialmente para pessoas físicas. É mais seguro usar o cartão de crédito. 
“Porque quando a fraude ocorre, é possível, em muitos casos, que o consumidor consiga reaver o valor pago acionando a própria administradora do cartão. Aí o site, aquela empresa, aquela pessoa não vai receber o dinheiro”, diz Góes.











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