“É livre a manifestação do pensamento e da expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, sendo vedado o anonimato. (CF 88).”

5 de out de 2010

Perguntando ao Presidente: é Dilma na foto?

Dizem que este é um dos retratos de Dilma Rousseff que o PT tenta esconder e não quer que apareça de forma alguma ( esquerda). A foto mostra Dilma jovem e, atrás dela, um fuzil automático leve (FAL – Calibre 7.62) roubado do Exército Brasileiro. 
 Os brasileiros se perguntam por que a “mãe do povo” como o senhor quer que ela seja aceita, não tem fotos com crianças, ou com o marido, ou com os pais, ou mesmo com um violão? 
A não ser agora, com Gabriel, numa pose de avó sorridente? 
Esta foto é mesmo de Dilma, senhor  Presidente Luiz Inácio Lula da Silva? 
A foto publicada no Jornal The Independent até parece com esta, não?  Presidente, se a foto for uma montagem, por favor,  prove aos brasileiros, pois queremos saber a verdade!
Em memória de todos os Gabriel deste Brasil que não nasceram
Maristela B - jornalistaairros
Gabriel nasceu. Longa vida a Gabriel. Seria tão somente mais um brasileirinho, não fosse ele neto de Dilma Rousseff, a pára-quedista que Lula, o “nunca-antes-na-história-deste-país” houve-sujeito mais vaidoso e arbitrário, inventou para vender como sua sucessora no trono em Brasília. A mesma Dilma que o ex- cumpanhêro, avô de Gabriel e hoje quase um bom velhinho, ex- “subversivo” Carlos Araújo reconheceu, publicamente, em entrevista, como uma má mãe (e ele um mau pai), sem tempo para a filha, Paula, que foi trocada pelo corre-corre ideológico travestido de “busca pelo bem da pátria” dos tempos de guerrilha do casal. A mesma Dilma que, movida pelo ideário bestialógico do PT, partido em que caiu, igualmente, de pára-quedas depois de se servir de cargos no PDT, resolveu se investir da imagem de mulher exemplar e preocupada com os destinos da Nação.
Gabriel nasceu. Longa vida a Gabriel. Mas ele não nasceu num hospital da rede pública, destes em que as mães rezam para parir quando há obstetras e equipamento decente à disposição, sem necessidade de chamar a imprensa para ajudar. Gabriel, neto de Dilma, nasceu no Hospital Moinhos de Vento, com todo o luxo que merecem todos os bebês. Aliás, meus dois filhos nasceram neste hospital, posso dizer com total alegria, em belíssimo quarto particular, com tudo, da obstetra ao pediatra, da melhor qualidade. Meus filhos mereceram e merecem. Como eu disse, todas as crianças merecem nascer bem.
Gabriel nasceu. Longa vida a Gabriel, neto da ex-Barbie mineira, herdeira de pensamentos comunistas do pai imigrado, a ex-guerrilheira que morre de medo de revelar seu passado à massa ignara por razões óbvias. Dilma, aliás, ela própria, quando descobriu o nefando câncer linfático, também recorreu a hospital particular. Todas as pessoas merecem o melhor tratamento. Dilma é uma pessoa. Logo, ela merece o melhor tratamento.
Gabriel nasceu. Longa vida a Gabriel que, nem abriu os olhos, já começou a servir ao poder vigente: ei-lo, fofíssimo, na foto “oficial”, no colo da vovó, hoje uma mulher retocada pelo bisturi, que, como o antigo tergal, não enruga graças ao botox, e que, pasmem, até roupa de tecido ruim está deixando de usar!  E lá está, Gabriel, para a posteridade, posando no colo de Dilma, tão diferente daquela criatura de cabelo-capacete e óculos de aro negro, voz de tenor, caminhar de sargento (não, isso não tem personal stylist que mude!), hoje tão meiga, tão bem penteada, tão bem maquilada. Ah, criatura exemplar que, sem interesses secundários, vara a madrugada exercendo seu papel mãe zelosa como nunca o foi.
Gabriel nasceu. Longa vida a Gabriel, que não tem culpa por todos os outros Gabrieis que estão vindo ao mundo sem a sua sorte. Crianças que brotam nas vielas das “comunidades” brasileiras, de pais desconhecidos e mães carcomidas pelo crack, pela fome, pela ausência do Estado. Mulheres que jamais mereceram, de sua avó Dilma, um olhar, uma palavra, um pensamento que fosse antes desta escalada que persegue, como alpinista ideológica, rumo ao cargo maior desta res-pública.
Gabriel nasceu. Longa vida a Gabriel que chega ao mundo em dias muito sombrios de valores morais para todo brasileiro que não se deixa levar pelas mentiras oficiais, pelo pensamento único perigoso, pelos cafajestes que se travestem de pessoa do bem e para o bem. Sua avó é Dilma. Ou seria Luiza, Maria, Lúcia, Wanda, Marina, Estela? Pobre criança, que confusão em sua cabecinha quando, um dia, souber que vovó foi tantas em seus dias de luta armada, tempos de assaltos a banco em nome da salvação da pátria, de seqüestro de inocentes em nome de uma reação ao arbítrio.
Gabriel nasceu. Longa vida a Gabriel, que mergulha nesta existência em dias de uma ditadura pior que qualquer uma que já possa ter varrido este Brasil: a ditadura da imoralidade, da falsidade, da corrupção, do vale-tudo para aumentar as hostes do poder sindical e burocrata, a ditadura do PT, de Lula, de
Marco Aurélio Garcia, de Franklin Martins, de José Dirceu, e, claro, de sua avó, Dilma Rousseff. Vovó Dilma: que Gabriel lhe traga muitas alegrias e que você, ao menos para ele, não seja uma farsa. http://clinicadapalavra.blogspot.com/2010/09/em-memoria-de-todos-os-gabriel-deste.html


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