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7 de mai de 2013

Mulheres desaparecidas há vários anos são encontradas nos EUA


Três mulheres desaparecidas ainda na adolescência, há ao menos uma década, foram encontradas vivas no estado americano de Ohio, informou nesta segunda-feira a polícia dos EUA.
Amanda Berry desapareceu aos 16 anos, em 2003, e Gina DeJesus sumiu no ano seguinte, quando tinha 14 anos de idade.
A correspondente da BBC nos EUA Jane Little diz que, até agora, as autoridades acreditavam que as garotas estavam mortas. A mãe de uma das vítimas acreditava que ela havia sido traficada como escrava.Elas foram achadas em uma casa na cidade de Cleveland, junto a uma terceira mulher, Michele Knight, de 32 anos, que também estava desaparecida.
Um suspeito de 57 anos foi detido em conexão com o caso.
Em um telefonema desesperado à polícia, Berry identificou seu captor como Ariel Castro e disse que conseguiu fugir num momento em que ele saiu da casa. Emissoras locais dizem que Castro é o homem que foi preso pelos policiais.
Bebê no cativeiro
A polícia de Cleveland diz que as mulheres estão bem de saúde, apesar de terem sido levadas a um hospital. Ao menos uma delas teria tido um bebê em seu período no cativeiro.
"Estou grato que as três tenham sido encontradas vivas", disse nesta segunda-feira o prefeito da cidade, Frank Johnson. "Temos muitas perguntas a serem respondidas quanto ao caso, e as investigações prosseguirão."
Uma testemunha disse à emissora local WOIO que viu uma mulher carregando um bebê sair correndo de uma casa, gritando por ajuda.
Multidões estão se aglomerando diante do local onde elas foram encontradas.
No caso de Amanda Berry, a última vez que ela dera notícias, dez anos atrás, havia sido para dizer que havia conseguido uma carona para voltar do trabalho - em uma lanchonete - para casa.
E Gina DeJesus estava supostamente a caminho de casa, voltando da escola, quando desapareceu.
Esses casos haviam sido reabertos no ano passado, quando um prisioneiro disse às autoridades que Berry teria sido enterrada em Cleveland. Ele acabou sendo condenado a quatro anos e meio de prisão pelo falso testemunho.

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