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"Vamos ocupar as propriedades deles, as casas deles no campo. Vamos ocupar os gabinetes, mas também as fazendas deles. Se eles são capazes de incomodar um ministro do Supremo Tribunal Federal, vamos incomodar as casas deles, as fazendas e as propriedades deles. Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não vai ter golpe"
Entidades chamam Moro de golpista e ameaçam invadir
propriedades
GUSTAVO URIBE
MARIANA HAUBERT
DE BRASÍLIA
01/04/2016 12h50 - Atualizado às 17h19
Em
evento no Palácio do Planalto, representantes de movimentos de luta pela
reforma agrária criticaram nesta sexta-feira (1º) a atuação do juiz Sergio Moro
e incitaram a invasão de latifúndios no país caso a regularização de terras
para assentamentos não avance.
Durante
a cerimônia, em que a presidente Dilma Rousseff assinou atos que autorizam a
regularização de áreas rurais para a reforma agrária e para comunidades
quilombolas, também pediram o combate à bancada dos ruralistas e da bala da
Câmara dos Deputados.
"Vamos
ocupar as propriedades deles, as casas deles no campo. Vamos ocupar os
gabinetes, mas também as fazendas deles. Se eles são capazes de incomodar um
ministro do Supremo Tribunal Federal, vamos incomodar as casas deles, as
fazendas e as propriedades deles. Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não
vai ter golpe", afirmou o secretário de finanças e administração da Contag
(Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Aristides Santos.
Em
discurso duro, o coordenador nacional do MST (Movimento dos Sem-Terra),
Alexandre Conceição, chamou Moro de golpista e disse que, com sua caneta de
magistrado, ele faz "maldades contra o povo brasileiro".
Ele
acusou o juiz de ter, há três anos, determinado a prisão de integrantes do
movimento social. "O juiz Sergio Moro, esse golpista, prendeu nossos
companheiros há três anos sem justificativa.Nós não cometemos crimes, quem
comete crime é o latifúndio e o juiz Sergio Moro, que faz com a sua caneta
maldades contra o povo brasileiro", disse.
Conceição
também chamou o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de
"bandido" e criticou os veículos de imprensa.
Segundo
ele, os meios de comunicação querem o impeachment da presidente para que a
população mais rica chegue ao Palácio do Planalto.
"O
Palácio do Planalto não pertence a 1% da população brasileira", disse.
"Nós vamos ocupar as ruas em defesa de seu mandato, presidente. A senhora
é uma mulher honrada e não pode ser julgada por um bandido como o Eduardo
Cunha", disse.
Conceição
cobrou ainda a liberação de mais recursos para o Incra e para o Ministério do
Desenvolvimento Agrário. "É preciso que haja a recomposição efetiva do
Incra e do MDA para que eles possam ajudar a construir um processo de
agroindustrialização para que a nossa produção possa ser beneficiada e para que
nossa juventude não precise mais sair do campo para viver com drogas nas
cidades. O campo precisa ser um lugar excelente", disse.
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Dilma, a ditadora
bolivariana, que desgoverna por decretos, que cometeu um bitrem de crimes
através das chamadas 'pedaladas fiscais', que está fazendo o diabo para não
cair, agora deu outro duro golpe em favor da guerrilha marxista lulo-petista,
MST.
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