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27 de mar de 2013

Prioridade para a Copa e negligência com os desabrigados da tragédia do Rio


Estádio do Engenhão foi fechado. A obra foi iniciada pela construtora Delta e depois assumida pela Odebrecht e pela OAS - que não se responsabilizaram por eventuais erros de projeto e as despesas da reforma devem ser custeadas pela prefeitura.Enquanto a Prefeitura assume o custeio das reformas, “dois anos depois das chuvas que arrasaram municípios da região serrana do Rio de Janeiro, dezenas de famílias que tiveram as casas destruídas ou interditadas ainda esperam por um lar”
25 de março - Presidente Dilma Rousseff participa da missa em memória das vítimas da chuva na serra fluminense. Cerimônia foi marcada por protestos. Bispo que realizava a cerimônia cobrou da presidente e do governador Sérgio Cabral (PMDB) ações para evitar novas mortes


Prefeitura do Rio interdita o estádio Engenhão 
  A prefeitura do Rio de Janeiro decidiu interditar o estádio do Engenhão devido a problemas com a cobertura da construção

Segundo o prefeito Eduardo Paes, o estádio ficará fechado por tempo indeterminado. As despesas da reforma devem ser custeadas pela prefeitura. 
Uma empresa alemã foi contratada para avaliar o estado da cobertura e recomendou a interdição para a realização de análises mais detalhadas. 
Segundo a prefeitura, especialistas da empresa teriam afirmado que determinadas condições de temperatura e de vento poderiam colocar os torcedores em risco. 
O Engenhão foi inaugurado em 2007 para receber competições de futebol e atletismo dos Jogos Pan-Americanos. 
A obra foi iniciada pela construtora Delta e depois assumida pela Odebrecht e pela OAS - que não se responsabilizaram por eventuais erros de projeto. 
O prefeito reuniu representantes dos principais clubes cariocas para comunicar sua decisão. 
Após o fechamento temporário do Maracanã para obras da Copa do Mundo, o Engenhão vinha sendo o palco dos principais jogos no Rio. 
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro deve analisar se os jogos do Campeonato Carioca serão transferidos. 


Defensoria Pública cobra moradias para desabrigados na serra do Rio 
Segundo o órgão, ainda há famílias mal alojadas desde as chuvas de 2011, que atingiram a região e deixou mais de 900 mortos 
Dois anos depois das chuvas que arrasaram municípios da região serrana do Rio de Janeiro, dezenas de famílias que tiveram as casas destruídas ou interditadas ainda esperam por um lar, denunciou a coordenadora da Defensoria Pública Estadual em Petrópolis, Cristiana Mendes. Segundo ela, ainda há famílias mal alojadas desde as fortes chuvas de 2011, que atingiram a região e deixaram mais de 900 mortos. 
"A situação de 2011 persiste até agora, porque nenhuma casa foi construída, nem pelo Estado nem pelo município. Não há uma política habitacional definitiva, principalmente no Vale do Cuiabá, o mais atingido na época. Desta vez, foram afetados os bairros mais centrais, como o Quitandinha e o Independência", disse Cristiana. 

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