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13 de jun de 2015

ONU e Maria do Rosário

ONU cobra punição aos envolvidos em estupro brutal no Piauí 

Por: Felipe Frazão, de Castelo do Piauí

Nações Unidas salientam, em nota, crueldade do ataque a quatro meninas no interior do Estado. Menores que confessaram o crime prestam depoimento

A Organização das Nações Unidas (ONU) cobrou da Justiça brasileira punição aos quatro adolescentes e ao traficante de 39 anos que estupraram quatro meninas com idades entre 15 e 17 anos em Castelo do Piauí, a cerca de 180 quilômetros de Teresina. O crime brutal - além do estupro coletivo, as garotas foram atiradas de um morro de oito metros de altura e agredidas a pedradas - provocou a morte de uma das vítimas Danielly Rodrigues Feitosa, de 17 anos, no domingo. A ONU classificou o ataque como uma "violência sexista". 

Em nota pública assinada pela representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, a organização presta solidariedade às vítimas e às famílias delas, além de pedir que o Poder Público faça justiça, responsabilize os agressores e auxilie na recuperação das garotas violentadas. "Este é um crime que choca o Brasil e toda a América Latina pela crueldade", diz o texto. 


No último dia 27 de maio, as meninas foram raptadas, torturadas e estupradas pelos cinco envolvidos por quase duas horas no Morro do Garrote, uma área verde nos arredores da cidade de 18.000 habitantes. Drogados, eles usaram uma faca para cortar as roupas das jovens e depois vendaram e amarram as meninas com as peças íntimas que elas usavam. Ao fim da agressão sexual, confessada pelos quatro menores, o traficante empurrou as meninas de cima de uma pedra. Elas caíram nas rochas e ainda foram apedrejadas pelos garotos. 
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“Ora, Bolsonaro pode ser muita coisa, mas definitivamente não é um estuprador. Aliás, é um ferrenho defensor da punição a estupradores. Para quem não sabe, é do deputado Jair Bolsonaro o projeto de lei que propõe a castração química de estupradores. A proposta, que foi apresentada em 2013 e que é do interesse maior da sociedade, principalmente das mulheres vítimas de violência sexual, repousa na Comissão de Constituição e Justiça desde julho”, constatou. 
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