“É livre a manifestação do pensamento e da expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, sendo vedado o anonimato. (CF 88).”

7 de mai de 2014

A escola do PT prefere as putinhas aborteiras a Machado de Assis

Em vez de uma escola brasileira à altura de Machado, um “Machado” à baixura da escola brasileira 
Atenção, pai! Atenção, mãe. Este assunto parece não ter a importância da possível roubalheira na Petrobras. Parece não ter a importância dos grandes temas da política. E, no entanto, é infinitamente mais importante. Porque diz respeito ao futuro dos seus filhos. Atenção, estudantes! Isso  aqui diz respeito ao país que seus filhos herdarão.
Uma professora chamada Patrícia Secco, informa Chico Felitti, na Folha, decidiu reescrever clássicos da literatura brasileira. Segundo ela, os estudantes se desinteressam de alguns livros porque certas palavras são difíceis. E ela, então, se propõe a reescrevê-los. A primeira vítima será “O Alienista”, de Machado de Assis, a história do médico de loucos que terminou, ele próprio, no hospício.
Infelizmente, a obra de Machado é de domínio público. Não se pode impedir ninguém de fazer essa besteira. O problema é que Patrícia vai assassinar Machado, na prática, com dinheiro público, já que conseguiu apoio da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura.
Assim, esta senhora vai reescrever o maior escritor brasileiro com o apoio do estado brasileiro. Haverá uma tiragem de 600 mil livros, a serem distribuídos nas escolas pelo Instituto Brasil Leitor.
Ora, literatura não é só o que se diz. Também é como se diz. Uma das funções da escola é ampliar o vocabulário dos alunos. Além de todas as particularidades de estilo, um escritor do fim do século 19 não escrevia e não pensava como um do século 21. Estamos diante de uma violência cultural.
Eis o erro fundamental. Em vez de o governo petista construir uma escola à altura de Machado de Assis, decidiu destruir Machado de Assis para deixá-lo à baixura — sim, a palavra existe! — da escola brasileira.
É o fim da picada! A educação em nosso país é que está no hospício. A educação é que virou coisa de loucos.
Por Reinaldo Azevedo

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As putinhas aborteiras têm mais encanto que Machado de Assis, no Brasil do PT



TV Educativa dá força às putinhas

2 comentários :

  1. Prezada Leni Beatriz,

    A TVE é uma emissora pública que prima pela diversidade cultural, liberdade de expressão e multiplicidade de opiniões. Com base nisso, buscamos alcançar o maior número de elementos para que nossos telespectadores realizem sua própria reflexão.

    Com relação à participação do grupo “Putinhas Aborteiras” no programa Radar, informamos que a atração foi veiculada somente no horário da reprise do programa: madrugada de sexta para sábado às 2:30 da manhã do dia 26 de abril, e não no horário convencional do Radar, às 18h30.

    Escolhemos permitir a manifestação da banda, mas preservamos o horário de classificação indicativa, não expondo o conteúdo a público inadequado, como o infantil, por exemplo. Dessa forma, a emissora cumpriu com sua missão de abrir espaço a diferentes tipos de manifestações de pensamento e teve a preocupação de fazê-lo em horário adequado.

    O programa em questão abordou o feminismo, pauta sempre importante e que entendemos, deveria estar mais presente nos veículos de comunicação. As garotas da banda, mais do que artistas, são militantes da causa feminista.

    Estamos a disposição para mais esclarecimentos,

    Atenciosamente,

    Anahy Metz
    Assessora de Imprensa da TVE e FM Cultura

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  2. Prezada Leni Beatriz,

    A TVE é uma emissora pública que prima pela diversidade cultural, liberdade de expressão e multiplicidade de opiniões. Com base nisso, buscamos alcançar o maior número de elementos para que nossos telespectadores realizem sua própria reflexão.

    Com relação à participação do grupo “Putinhas Aborteiras” no programa Radar, informamos que a atração foi veiculada somente no horário da reprise do programa: madrugada de sexta para sábado às 2:30 da manhã do dia 26 de abril, e não no horário convencional do Radar, às 18h30.

    Escolhemos permitir a manifestação da banda, mas preservamos o horário de classificação indicativa, não expondo o conteúdo a público inadequado, como o infantil, por exemplo. Dessa forma, a emissora cumpriu com sua missão de abrir espaço a diferentes tipos de manifestações de pensamento e teve a preocupação de fazê-lo em horário adequado.

    O programa em questão abordou o feminismo, pauta sempre importante e que entendemos, deveria estar mais presente nos veículos de comunicação. As garotas da banda, mais do que artistas, são militantes da causa feminista.

    Estamos a disposição para mais esclarecimentos.

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